
Blank: Social media pode ser uma máquina de vendas?
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Blank: Social media pode ser uma máquina de vendas?


🧐 Conheça a Blank
A Blank é uma escola focada em ensinar social media como um canal de construção de marca e geração de receita, e em formar uma nova geração de profissionais capacitados com as habilidades que estão construindo o mercado futuro do marketing.
Hoje, a empresa atua nas seguintes frentes:
- Blank School: com foco em educação em social media;
- Blank Advice: atuando como conselheira de empresários, agências e profissionais;
- Blank for Business: prestação de serviço como agência.
🛣 Como tudo começou
Em outubro de 2023, após quase 2 anos como responsáveis pela gestão de alguns perfis de uma grande companhia nas redes sociais, Micael Crasto e Lucas Freitas decidiram sair para abraçar novos desafios, mas por vias separadas.
Por um lado, Crasto tinha um projeto com seu irmão chamado Lord Journal, que focava no mercado de luxo e que, nos últimos 3 meses, havia conquistado 200 mil seguidores no Instagram.
- Em paralelo, entrou para liderar a área de social media na startup grupoQ — parte da YDUQS — e fazer uma transição até decidir o tipo de negócio que poderia abrir com a Lord.
Freitas, por sua vez, também saiu para empreender, mas não tinha certeza de onde atuaria. Um dia, durante um almoço com um amigo que havia trabalhado no início da Agência Raccoon (hoje Media.Monks), ele fez uma reflexão:
Social media é, hoje, para o mercado o que mídia paga foi em 2012. No fim do dia, ele ligou para Crasto para discutir a ideia de criar um negócio baseado nisso.
“O Freitas me ligou às 11 horas da noite,” relembra Crasto. “Disse que precisava muito falar comigo. Que esse mercado era muito massa, que não tinha muita clareza sobre o que fazer, mas que a dor estava muito clara.”
Em novembro de 2023, os 3 decidiram que o caminho seria construir um software que automatizasse não só a produção de conteúdo, mas também as definições estratégicas e táticas de social media usando inteligência artificial.
A ideia parecia boa, mas, após 3 semanas de desenvolvimento, eles perceberam que:
- Demoraria mais do que estavam dispostos a esperar;
- Eles estavam criando uma ferramenta muito avançada para um mercado sem educação suficiente para utilizá-la.
No mês seguinte, os dois decidiram pivotar para o modelo tradicional de prestação de serviços como agência e, no mesmo dia, fecharam seu 1º contrato.
No entanto, logo nas primeiras semanas de projeto, perceberam novamente que levaria muito tempo para crescer o negócio. Além disso:
- O mercado não compreendia a mentalidade de social media como canal de marca e aquisição e;
- Quando chegasse a hora de escalar, eles não teriam mão de obra qualificada para contratar.
Esses desafios os levaram a mudar mais uma vez e decidir sobre o modelo de negócio que tem hoje: educação.
“Quando a gente decidiu ir para educação, muita coisa clareou,” disse Lucas Freitas. “Isso iria trazer caixa rapidamente, nós iríamos formar pessoas que poderíamos utilizar na prestação de serviços, mas, principalmente, iríamos educar o mercado com a nossa tese.”
Eis que, na última semana do ano, com cerca de R$ 4 mil, nascia a Blank School.

A ideia para o nome veio quando Crasto entrou no grupoQ e o CMO da época lhe disse: “Estou com os olhos fechados para o que você vai fazer aqui. Você tem uma página em branco para fazer o que quiser.”
🚀 Um lançamento dos sonhos
Pensando no lançamento do produto no final de janeiro de 2024, a Blank preparou sua estratégia de prospecção de forma enxuta, baseando-se em algumas premissas claras:
- Precisavam ser o exemplo perfeito de sua tese: ter as redes sociais como um canal central de marca e aquisição — em seu caso, o Instagram;
- Toda escola precisa de autoridade, prova social e peso no currículo para vender. Eles não tinham esses fatores no início.
Baseando-se nessas premissas, a estratégia de marketing e vendas começou com a produção de conteúdo um mês antes do lançamento como antecipação, captando leads para a lista de espera do produto.
“Nosso grande trabalho durante 2-3 semanas foi construir bons conteúdos e uma audiência consolidada,” comentou Crasto. “Durante esse período, inclusive, muita coisa da nossa tese foi mudando por conta dos insights que essa audiência passou a trazer.”

O resultado: 35 mil seguidores conquistados organicamente no perfil da marca.
Para gerar autoridade, selecionaram grandes nomes do mercado para atuar como professores do curso, criando material que contasse a história de cada um.
“Os vídeos que soltamos dos professores pegaram mais de 2 milhões de visualizações,” relembrou o empresário.
Fora isso, com o objetivo de se distinguir dos infoprodutores, a Blank fechou parcerias com empresas como Housi e +Mu para participar dos projetos de conclusão de seus futuros alunos.
Por último, ofereceram bolsas de estudos para 85 jovens que participavam de Ligas de Empreendedorismo de universidades renomadas de São Paulo, em troca de postagens sobre a matrícula na Blank.
- Assim, lançaram 85 nano influenciadores gratuitos que geraram um grande burburinho em torno da marca.
O resultado veio. Na primeira semana de fevereiro, a Blank fechou sua turma inaugural com mais de 415 alunos, totalizando cerca de R$ 900 mil em vendas.
😰 O sucesso imediato trouxe os primeiros desafios
Mesmo após fechar o “carrinho de compras”, o barulho seguiu intenso nas redes sociais. Isso porque a Blank criou credenciais para que cada aluno matriculado postasse nos stories do Instagram.
Acontece que, por se tratar de um produto que não é sob demanda, isso exigia uma estrutura robusta de entrega e atendimento ao cliente que os fundadores ainda não tinham.
Segundo Freitas, eles responderam a mais de 6 mil pessoas na DM do Instagram.

O que eles não esperavam era que, durante esse pós-venda “conturbado”, seus alunos fossem ser parte da solução.
“Os próprios alunos se ajudavam,” disse Crasto. “Qualquer atraso, qualquer falha, a comunidade se apoiou muito. As pessoas entraram muito com um pensamento de ‘tolerar e ajudar’.”
Contudo, eles precisaram ser ágeis para contratar pessoas para as áreas de Produto e Sucesso do Cliente e, nos 2 meses seguintes, o foco da Blank se voltou inteiramente para “organizar a casa”, sem vender nada.
📈 Aumentando o número de alunos e a migração para outras áreas
Passado o período de organização, a empresa decidiu fazer o lançamento da segunda turma em abril. Segundo Crasto, o principal motivo foi a necessidade de gerar caixa para manter a operação ativa nos próximos meses.
No entanto, concluída a “abertura de carrinho”, surgiu uma oportunidade bastante interessante para prestar serviço como agência
“Não estava nos nossos planos,” comentou Crasto. “Só que teve uma janela muito boa. Abraçamos a oportunidade, testamos o terreno e pegamos alguns bons clientes. Alguns desses nós entregamos o projeto e encerramos o contrato, enquanto outros seguem conosco até hoje.”
A Blank passou de 2 a 3 meses tentando consolidar um formato legal e mais escalável para a agência. O problema é que, ao fazer isso, perceberam que estavam deixando muito de lado a escola.
Foi então que eles focaram no lançamento da terceira turma, que veio em julho. Após essas 3 turmas, a Blank alcançou mais de 800 alunos.

Ao analisar essas pessoas, eles perceberam que, além daqueles que queriam se tornar profissionais de social media, a empresa tinha outros públicos como, por exemplo, empresários e agências de marketing.
A partir desse insight, eles lançaram o Blank Advice, para atuar como conselheiros de pessoas ou empresas.
Hoje, a Blank possui uma equipe de 13 pessoas e conta com professores renomados do mercado, como Erich Shibata (CCO da CIMED), Robson Harada (Head of Product Growth do Itaú), Daniel Motta (Sócio e Head de Branding da XP) e muitos outros.
- Além disso, possui empresas parceiras de peso nas suas formações, como Afya, XP, CIMED, Housi e Zapay.
Até o final do ano, a empresa projeta faturar R$ 5 milhões.
🧍♂️🧍♂️🧍♂️ Quem está por trás desse negócio?
A Blank foi fundada por Micael Crasto, Miguel Crasto e Lucas Freitas. Ao clicar, você vai para o LinkedIn deles.

Redação
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